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AS MARCAS DA INFÂNCIA E A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE: um estudo à luz da Teoria Histórico-Cultural de Vygotsky

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dc.creator PALMEIRA, Larissa Calil Cunha
dc.creator CORREIA, Natália Barros da Silva
dc.creator SILVA, Douglas Gomes da
dc.date.accessioned 2026-01-21T16:13:16Z
dc.date.available 2025-12
dc.date.available 2026-01-21T16:13:16Z
dc.date.issued 2025-12
dc.identifier.uri http://65.108.49.104:80/xmlui/handle/123456789/1225
dc.description.abstract This study analyzes how childhood experiences contribute to the constitution of identity based on Lev S. Vygotsky’s Historical-Cultural Theory. It assumes that human development is a historical, social, and mediated process in which the childinternalizes culturally produced signs and meanings. The research, qualitative and theoretical-bibliographic in nature, is grounded in classical works by Vygotsky (2022; 2007), Leontiev (2004), and Luria (1986), as well as contemporary studies by Kramer (2003), Smolka (2000), Rego (2012), Oliveira (2021), Tuleski (2004), Bronfenbrenner (2011), Freire (2019), and Silva and Freitas (2024). The results show that childhood experiences, especially those mediated by language and social interaction, constitute the core of subjectivity and shape how individuals perceive themselves and others. Affective and dialogical environments foster more autonomous identities, whereas contexts marked by symbolic neglect tend to limit the development of self-awareness. It is concluded that childhood remains active within the adult psychological structure, being continuously re-elaborated throughout new social interactions. pt_BR
dc.language por pt_BR
dc.publisher Faculdade Facmais pt_BR
dc.rights Acesso Aberto pt_BR
dc.subject infância pt_BR
dc.subject identidade pt_BR
dc.subject mediação simbólica pt_BR
dc.subject subjetividade pt_BR
dc.subject teoria histórico-cultural pt_BR
dc.title AS MARCAS DA INFÂNCIA E A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE: um estudo à luz da Teoria Histórico-Cultural de Vygotsky pt_BR
dc.type Outro pt_BR
dc.description.resumo O presente estudo analisa como as vivências infantis contribuem para a constituição da identidade na perspectiva da Teoria Histórico-Cultural de Lev S. Vygotsky. Parte-se do pressuposto de que o desenvolvimento humano é um processo histórico, social e mediado, no qual a criança internaliza signos, sentidos e significados produzidos culturalmente. A pesquisa, de natureza qualitativa e teórico-bibliográfica, fundamenta-se em obras clássicas de Vygotsky (2022; 2007), Leontiev (2004) e Luria (1986), bem como em estudos contemporâneos de Kramer (2003), Smolka (2000), Rego (2012), Oliveira (2021), Tuleski (2004), Bronfenbrenner (2011), Freire (2019) e Silva e Freitas (2024). Os resultados apontam que as experiências infantis, especialmente as mediadas pela linguagem e pelas interações sociais, constituem o núcleo formador da subjetividade e influenciam o modo como o indivíduo compreende a si mesmo e ao outro. Evidencia-se que contextos afetivos dialógicos favorecem a formação de identidades mais autônomas, enquanto ambientes marcados por negligência simbólica tendem a limitar a consciência de si. Conclui-se que a infância permanece ativa na estrutura psicológica do adulto, sendo continuamente reelaborada nas interações sociais ao longo da vida. pt_BR
dc.publisher.country Brasil pt_BR
dc.publisher.initials FACMAIS pt_BR
dc.subject.cnpq CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA pt_BR


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