| dc.creator | SILVA, André Pires Da | |
| dc.creator | MANSO, Felipe Da Silva | |
| dc.creator | PAIVA, Jordana Guimarães | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-27T19:47:54Z | |
| dc.date.available | 2026-06 | |
| dc.date.available | 2026-07-27T19:47:54Z | |
| dc.date.issued | 2026-06 | |
| dc.identifier.uri | http://65.108.49.104:80/xmlui/handle/123456789/1266 | |
| dc.description.abstract | This article aims to analyze the impacts of autocratic and situational leadership styles on organizational performance, investigating how the transition between these models can influence the mental health of employees and overall results. It observes that autocratic leadership concentrates decisions in the leader, with little team participation, providing speed in decision-making but potentially generating demotivation, stress, anxiety, burnout, and high turnover. Situational leadership, on the other hand, adapts the leader's behavior to the needs and characteristics of the employees, favoring flexibility, communication, motivation, and professional development. The study also addresses the relationship between leadership, mentalhealth, talent retention, and organizational climate, highlighting the need to adapt management models to market demands and the different generations in the workplace. The results indicate that situational leadership contributes to more collaborative, productive, and healthy environments, being more effective for employee growth and better organizational results. It concludes that leadership is essential for the success of organizations and requires strategic, human, and behavioral competencies from leaders. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Faculdade Facmais | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Liderança | pt_BR |
| dc.subject | Organização | pt_BR |
| dc.subject | Autocrática | pt_BR |
| dc.subject | Situacional | pt_BR |
| dc.subject | Saúde mental | pt_BR |
| dc.title | ANÁLISE DOS ESTILOS DE LIDERANÇA (AUTOCRÁTICA E SITUACIONAL) E SEU IMPACTO NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL | pt_BR |
| dc.type | Outro | pt_BR |
| dc.description.resumo | Este artigo tem como objetivo analisar os impactos dos estilos de liderança autocrático e situacional no desempenho das organizações, investigando como a transição entre esses modelos pode influenciar a saúde mental dos colaboradores e os resultados globais. Observa-se que a liderança autocrática concentra as decisões no líder, com pouca participação da equipe, proporcionando rapidez nas decisões, mas podendo gerar desmotivação, estresse, ansiedade, burnout e alta rotatividade. Já a liderança situacional adapta o comportamento do líder às necessidades e características dos colaboradores, favorecendo flexibilidade, comunicação, motivação e desenvolvimento profissional. O estudo também aborda a relação entre liderança, saúde mental, retenção de talentos e clima organizacional, destacando a necessidade de adaptação dos modelos de gestão às exigências do mercado e as diferentes gerações no ambiente de trabalho. Os resultados indicam que a liderança situacional contribui para ambientes mais colaborativos, produtivos e saudáveis, sendo mais eficaz para o crescimento dos colaboradores e para melhores resultados organizacionais. Conclui-se que a liderança é essencial para o sucesso das organizações e exige dos líderes competências estratégicas, humanas e comportamentais. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | FACMAIS | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO | pt_BR |
| dc.audience.educationlevel | SUPERIOR | pt_BR |